
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, nesta quinta-feira (26) a criação da federação partidária formada por União Brasil e PP, batizada como União Progressista. Com isso, a aliança já começa a valer para as eleições deste ano.
A relatora do pedido de registro da federação, ministra Estela Aranha, disse que os partidos atenderam a “todos os requisitos formais”. No entanto, os demais membros do TSE determinaram ajustes no estatuto da aliança.
Com a decisão, União Brasil e PP devem corrigir dois trechos conflitantes com decisões do TSE e do Supremo Tribunal Federal (STF): um que pode permitir recondução infinita de dirigentes e outro que abre brecha para uma intervenção do comando nacional em direções locais sem ampla defesa.
A decisão do TSE faz da federação União Progressista a maior força partidária das eleições deste ano. A aliança terá a segunda maior bancada da Câmara, atrás apenas do PL, e uma das maiores composições do Senado, além de reunir cerca de 1,3 mil prefeitos em todo o país, superando o PSD (877). Com isso, União Brasil e PP esperam ter direito a aproximadamente R$ 900 milhões do fundo público para financiamento de campanhas, conhecido como fundo eleitoral.
As federações são um modelo de aliança entre dois ou mais partidos, que devem atuar como um só. Caso esse período não seja cumprido, as siglas podem ser punidas.
Bahia.ba
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