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Revista da Economia Solidária traz balanço de investimentos e histórias de transformação
Revista da Economia Solidária traz balanço de investimentos e histórias de transformação
Por Redação
30/03/2026 às 15:56

Foto: Fotos: Ricardo Filho
O Governo da Bahia deu mais um passo no fortalecimento das políticas públicas de inclusão produtiva ao lançar, nesta segunda-feira (30), a Revista da Economia Solidária. A publicação, apresentada durante evento no Instituto Anísio Teixeira, em Salvador, reúne dados, resultados e relatos que evidenciam o impacto da política no estado, consolidando a Bahia como referência nacional no setor.
A iniciativa é coordenada pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) e sistematiza os principais avanços da Economia Solidária, com destaque para os mais de R$ 107 milhões investidos pelo Governo da Bahia apenas nos últimos três anos no segmento
Durante o lançamento, o titular da Setre, Augusto Vasconcelos, ressaltou o papel estratégico da política para o desenvolvimento social e econômico do estado.
“Essa revista é mais do que uma prestação de contas. Ela mostra que a Economia Solidária é uma política estruturante, que gera renda, promove dignidade e fortalece o desenvolvimento sustentável em todas as regiões da Bahia. Estamos falando de milhares de famílias que hoje têm oportunidades reais de trabalho e inclusão produtiva”, afirmou.
Um dos destaques da publicação é a atuação dos Centros Públicos de Economia Solidária (Cesol), que passaram de 14 para 23 unidades nos últimos anos, alcançando atualmente 24 dos 27 territórios de identidade da Bahia. Ao todo, mais de 28 mil pessoas, ligadas a 2.482 empreendimentos, já foram beneficiadas com assistência técnica e ações de fomento.
Para o superintendente de Economia Solidária e Cooperativismo, Wenceslau Júnior, os números refletem uma política pública construída com base no diálogo e no fortalecimento dos territórios.
“A revista traduz o que a gente vê no dia a dia: a transformação concreta na vida das pessoas. A Economia Solidária não é apenas uma alternativa econômica, é um projeto de sociedade, baseado na cooperação, na autogestão e na valorização dos saberes locais”, destacou.
Além dos indicadores, a publicação traz histórias de empreendedores e empreendedoras atendidos pela política, mostrando como a Economia Solidária tem impulsionado a geração de renda e promovido inclusão produtiva em diferentes regiões do estado.
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