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Foto de apoiadores de ACM com investigado por fraudes no INSS prejudica ex-prefeito no debate da Band, avaliam analistas políticos
Foto de apoiadores de ACM com investigado por fraudes no INSS prejudica ex-prefeito no debate da Band, avaliam analistas políticos
Por Redação
09/08/2026 às 13:32

Foto: Revista Piauí
Uma foto encontrada pela Polícia Federal (PF) com o senador Angelo Coronel e o deputado federal Elmar Nascimento em uma piscina num imóvel do advogado Willer Tomaz, suspeito de lavar dinheiro para o senador Weverton Rocha (PDT-MA) movimentou o ambiente político nesse fim de semana. A avaliação de analistas políticos é que a imagem de apoiadores de ACM Neto com um dos principais envolvidos no escândalo do desvio de aposentadorias compromete o discurso contra corrupção do ex-prefeito de Salvador, e vai prejudica-lo no debate da Band, neste domingo (9).
A imagem, obtida pela revista piauí, está registrada no celular de Weverton, em posse da PF, como sendo de 23 de abril de 2023 e o imóvel em questão é o Rancho Tomaz, uma propriedade de Willer localizada no município de Planaltina, a 80 quilômetros de Brasília (DF). Nela, aparecem os deputados federais baianos Elmar Nascimento (União), Paulo Azi (União), Ângelo Coronel Filho (Republicanos), o senador Ângelo Coronel (Republicanos) e o deputado estadual Marcinho Oliveira (PDT).
Willer Tomaz está no centro da imagem, com o punho em riste. Atrás dele está Elmar Nascimento. Sentado na beirada, com a mão pro alto, Weverton Rocha. De pé, ao fundo, está Paulo Azi, lado a lado com Arthur Lira (PP), ex-presidente da Câmara dos Deputados.
Ângelo Coronel, senador apoiado por Flávio Bolsonaro
Ângelo Coronel aparece no canto inferior esquerdo, dentro da piscina, enquanto seu filho está no canto superior esquerdo. Marcinho Oliveira aparece à frente da foto, com uma corrente dourada, à esquerda de Alexandre Ramagem (PL), que dirigiu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro e, na imagem, posa com uma garrafa long neck de cerveja.
R$ 6,3 bilhões desviados
As investigações da Operação Sem Desconto tiveram início após a identificação de indícios de movimentações financeiras e patrimoniais que teriam sido realizadas para esconder a origem e destino dos valores.
Desde a primeira fase, a Polícia Federal estima que os desvios ocorridos ente 2019 e 2024 possam chegar a R$ 6,3 bilhões
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