
Foto: Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia
Sem um patrocinador máster desde janeiro, o Esporte Clube Bahia completou, nesta terça-feira, 17, dois meses sem um parceiro estampado na parte principal do uniforme. Desde então, o clube segue no mercado em busca de uma nova empresa para ocupar o espaço mais valorizado da camisa tricolor.
Conforme soube a reportagem do portal A TARDE, ainda não há definição sobre quem assumirá o posto de patrocinador máster. Internamente, o Esquadrão trabalha nos bastidores para viabilizar um novo acordo para a parte da frente dos uniformes.
A lacuna teve início no próprio dia 17 de janeiro de 2026, quando o Bahia anunciou o rompimento, de forma amigável, com a Viva Sorte Bet, empresa que ocupava o espaço máster desde janeiro de 2025. O contrato entre as partes tinha validade até dezembro de 2026, mas foi encerrado antes do prazo inicialmente estabelecido.
O acordo previa um investimento de R$ 40 milhões por temporada, o que representaria cerca de R$ 3,3 milhões mensais aos cofres do clube. Com a rescisão antecipada, o Bahia deixou de arrecadar os valores previstos para o ano de 2026.
No total, o vínculo firmado entre o Tricolor de Aço e a empresa previa o pagamento de R$ 80 milhões em dois anos — o maior contrato de patrocínio da história do clube. Entretanto, com o encerramento após a primeira temporada, o Bahia recebeu “apenas” 50% do montante, equivalente a R$ 40 milhões.
Apesar do fim da parceria principal, a relação entre as partes não foi totalmente encerrada. O clube segue vinculado ao grupo empresarial por meio da Viva Sorte Capitalização, que permanece com sua marca exposta na barra traseira da camisa de jogo do Esquadrão.
A Tarde
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